Entenda por que a urna eletrônica não é usada em outros países

As eleições são fundamentais para decidir o futuro de um país e o processo eleitoral é uma característica política de cada um. Você sabia que o Brasil e cerca de mais 20 países utilizam a urna eletrônica para eleger seus representantes? Enquanto isso, outros 18 não utilizam.

A grande dúvida é: por que os outros países ainda mantém a tradição de usar os pleitos para contar votos?

O processo de votação no Brasil é realizado a partir de urnas eletrônicas, aparelhos desenvolvidos com o intuito direto de computar votos e oferecer resultados dos candidatos elegidos para a população. Esse método passou a ser utilizado no Brasil em 1996 e desde então vem sendo a única forma de contabilizar votos no período de eleição.

Muitas pessoas acreditam que apenas o Brasil utiliza a urna eletrônico como ferramenta do processo eleitoral. E outras pessoas acreditam que apenas o Brasil, Cuba e Venezuela utilizam esse método. Mas vale enfatizar que ambas as informações são errôneas. Além do Brasil, cerca de outro 20 países também aderiram às urnas eletrônicas.

Mas por que nem todos os países utilizam urnas eletrônicas?

Bem, existem diversas explicações que podem estar justificando essa realidade. Em primeiro lugar, é interessante manter em mente que o processo eleitoral funciona de maneira diferente nos outros países e por isso, podem exigir processos distintos dos nossos.

Os Estados Unidos, por exemplo, não operam eleições direta como é o caso do Brasil. Os eleitores brasileiros votam diretamente em seus candidatos favoritos, enquanto isso, os eleitores americanos votam em delegados das regiões, responsáveis por eleger o Presidente do país, ou seja, eleições indiretas.

E essa pode ser uma das justificativas para que nem todos os países utilizem as urnas eletrônicas. O outro ponto são as categorias de eleição, do poder municipal ao nacional. Em algumas nações, as urnas eletrônicas são usadas para processos menores de seleção de candidatos.

Uma outra realidade, pode ser o custo para tornar a urna eletrônica um método nacional. Seria preciso desenvolver aparelhos específicos para esse intuito, além de garantir a devida montagem e manutenção das máquinas.

Muitos países não observam isso como vantagem, uma vez que é necessário ainda guardar e locomover as urnas até os pontos de votação. Além disso, ainda é preciso contratar equipes para trabalhar dentro desses postos de votação e por isso, a questão financeira não chega a ser uma vantagem com esse método.

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